sábado, dezembro 03, 2005

e eles comem uma empadinha depois


O dia 30 de novembro de 2005 vai ficar fincado na cabeça de muita gente. Ao menos na minha vai. Não é todo dia que Pearl Jam mostra suas letras e acordes pruns 17 mil neguinhos na Pedreira.
O fato era inacreditável. A expectativa era enorme, e a cada acontecimento daquela quarta-feira, aumentava ainda mais. Levar o Rafa até o lugar e ver a fila longa sete horas e meia antes do show foi impactante. O trampo a tarde foi num ritmo acelerado e cheio. A corrida de carro para chegar o mais cedo possível deixou tudo ainda mais tenso.
Mas, a banda tocou. E neste instante eu finalmente acreditei.

A seleção de músicas foi melhor que o pedido. A interpretação, viva e empolgante. Eddie Vadder de fato existe e não é fruto de nossa imaginação coletiva. Show de pular e pirar muito.
Enfim, aqui você lê e vê mais sobre o show.
E na quinta-feira seguinte minha perna queria me matar.
Ah, e pra entender o título, aparentemente eles foram no Caruso!

4 comentários:

Tauanny disse...

O show da minha vida, com toda certeza... e não foram só as suas pernas que te mataram não... as minhas pernas e os meus pés tambem (pudera, eu estava com uma bota de salto gigante!)... mas valeu a pena, cada segundo de dor no pé... ter conseguido ver Eddie Vedder na minha frente quando eu acabei sendo arrastada pra grade valeu tudo... e isso era porque eu estava beeeeeem lá no fundo da Pedreira! Ouvir Black bem na frente dele foi tudo... ver a pedreira inteira com as mãos pra cima cantando Jeremy e Last Kiss foi um sonho... pena que a camera do celular tava com uma resolução péssima e as fotos ficaram todas borradas... mas pelo menos consegui gravar ele cantando Last Kiss, Jeremy e Black... tudo bem que o que mais se ouve é grito, mas ainda assim dá pra ouvir a voz do Eddie... mas tá valendo... valeu tudo!!!

Gê disse...

Um comentários pros dois posts...

Cê é punk, mano? hehe... Concordo que Stoges foi foda, mas não sei explicar a sensação surreal do Pearl Jam. Ainda não caiu a ficha...

Sei lá, depois da semana passada espero que 2006 seja tão fantástico quanto 2005. Páreo duro.

Thelma disse...

Eu também estive lá. Foi muito bom, muito mágico.
Pulei o show inteiro, aliás, minhas pernas pulavam sozinha.
A energia do Pacaembú foi uma das manifestações humanas mais vibrantes que já vi.

Anônimo disse...

Foi um sonho e por muito tempo ainda, não quero acordar!