quinta-feira, julho 23, 2015
segunda-feira, abril 13, 2015
em paralelo
Episódio nº 3: Big Love, do Jamie LidellA crise, o otimismo, o ódio e o amor.
Posted by Paralelo: zero on Segunda, 13 de abril de 2015
Um blog morre, outro fica suspenso e outro só repete mais do mesmo. Enquanto uma rede social engole o tempo e domina territórios, poucos criam conteúdos. Mídias decadentes. Estrelas cadentes.
E aquele teu projeto parado, engavetado, empoeirado.
Mas ideias sempre hão de surgir por aí.
O Zero renasce. Ainda que pequeno, ainda no começo.
***
Mas que clipe bom, hein?
sexta-feira, novembro 26, 2010
Esmagando preceitos
Billy Corgan apresentou um Smashing atual.
E sua abóbora está mais amassada que nunca; jogada, distorcida, suja e estranha.
Lembra um tanto nosso Mutantes. Enquanto banda, após a saída de membros, mudou de rumo e perseguiu o progressivo, experimental. E o Smashing atual é Billy questionando rock, experimentando, flertando com o eletrônico e com o progressivo, com músicas de 15 minutos com poucas palavras e muita ação.
Enquanto o Smashing ‘90 apresentavam baladas, canções com músicas de fazer o público inteiro cantar junto, o que ele(s) quer(em) agora é extrair o máximo de um acorde tocado em uma guitarra estourada refletindo seu som pelo parque.
E nesse caminho existem diversas perguntas que merecem ser jogadas ao ar, sem a mínima necessidade de respostas:
Se uma música, enquanto obra de arte, é criada, até que ponto ela está pronta? Cada execução de uma canção é uma interpretação? Pode parar tudo e mandar a porra funcionar se está com problemas técnicos? Se um artista deve levar em consideração onde está para sua performance? Deve alterar seu show e pensamento para saciar os desejos de milhares de pessoas que esperam para cantar aquele hit de 15 anos atrás? Ele realmente acha que Manu Chao é grande por aqui ou fez piada porque ouviu uma música no caminho do PlayCenter? Ou pior, achou que a cara de quem não entendeu nada do show é cara de quem curte o Clandestino?
Talvez por isso a decepção em diversos reviews, tuites e comentários, pessoas que saíram antes do final. As pessoas esperavam isso:
Em outro ponto de São Paulo, como apontado pelo Rafa Losso, Lou Reed fez algo semelhante, ao mesmo tempo diferente. Reed não continuou com o Velvet Underground para reler cada música já composta pela banda, dando uma nova visão às composições já eternizadas. Ele partiu solo.
(o que não impediu que pessoas não esperassem apenas hits e saíssem desencantadas do show)
Em suma, na arte não existe o não pode. Existe apenas o feito. E Smashing mostrou aos freaks do Terra que a ideia não é cantar junto, nem repetir o passado. E pouco importa o tempo. Resta a essência, a música, a experiência. Pouco importa se ela é Pumpkin, Corgan ou Reed.
ps: Mike Byrne, o novo baterista da banda, tem 20 (!) anos. Praticamente nasceu depois da banda existir!
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
duas de 2009, ou, nunca é tarde para o que é bom
Fol Chen, com The Longer U Wait
Descobri Fol Chen entre quando procurava sons novos para minha primeira discotecagem no Wonka. Dezenas de bandas, centenas de músicas e milhões de conceitos ouvi nas semanas que antecederam a estréia na pista. Selecionar aquelas que chamavam atenção já nos primeiros acordes foi bem mais difícil que imaginava. Mas esse instant hit ficou na minha cabeça. E apesar de ter escolhido uma centena de músicas para aquela noite, essa foi a única que voltei a cantar com empolgação e com a certeza de ter a missão de toca-la pelo menos mais uma vez, em qualquer outra possibilidade de soltar som por aí. Enfim, ainda não conheci todo o trabalho dos caras, mas ao ouvir versão original fiquei impressionado. Também cruzei com a bombada Cabe TV, e a igualmente interessante No Wedding Cake.
My First Earthquake, com Cool in the Cool Way
Também apareceu na minha vida quando pescava sons pra Fantástica Fábrica de Djs, projeto do Wonka Bar. Existe todo um subgênero que tenta chamar atenção no meio de litros de novas bandas com nomes bonitinhos, estranhos, extremamente longos ou, no mínimo, curiosos. Independente da originalidade ou da infâmia de alguns casos, My First Earthquake ficou na cabeça por mesclar várias dessas possibilidades nominais. E a música, por motivos óbvios, porque não sou cool nem aqui nem na China! Enquanto que essa por sí só garantiu que essa faixa fosse selecionada para ser tocada nos porões do Bar, minha surpresa foi que na expectativa de gravar um último CD minutos antes de sair de casa para de fato para aquela balada, selecionei outra música da mesma banda, o que duplicou minhas atenções para as garinpagens seguintes. Assumo que não fui muito com a cara do clipe da segunda música Let them eat cake, she says... e sua incompatibilidade com a pista de dança colocou algumas dúvidas sobre a empolgação com eles. Mesmo assim, My First... me faz escrever sobre a banda engraçadinha que consegue ir além do nome e, quiçá, além do ano de sua estréia.
sexta-feira, maio 16, 2008
Mutante Calado
Histórico saudosista, Carlos Calado é fã do trio Mutantes. Seu livro não é uma descrição completa da saga mutante, mas é uma pesquisa essencial para chegar mais perto dos dias em que Mutantes dominavam a terra. Anos em que o experimentalismo era de fato original e que o resultado não era uma tortura apresentada apenas à amigos.
Amizade, aliás, era o que unia esse grupo. Talvez fosse a criatividade. Sem dúvida foi a coragem. Enfim, independente do que unia, o resultado é que Sérgio, Arnaldo e Rita conseguiram uma conexão cósmica capaz de produzir algumas das músicas de rock mais impactantes já feitas no Brasil. Músicas, aliás, ainda elevantes, relevantes e impactantes.
Os Mutantes sabiam o que faziam, como faziam. Não se levavam a sério, aproveitavam seus momentos criativos com gosto e alegria. O humor, os elos, as pesquisas, e sobretudo a vontade e preocupação de fazer algo realmente próprio; de apresentar músicas como eles pensavam, como queriam, mandando às favas qualquer lógica ou preceito.
O livro termina com a esperança de que esse grupo volte a tocar. Demorou mais dez anos depois do livro ser originalmente lançado. Mesmo assim, sem a vocalista original nos microfones. E Carlos Calado faz com que mais um entre para sua torcida. Depois de saber detalhes de um grupo que enfrentou multidões em festivais para apresentar um sonho tão esquisito como apaixonante, é difícil não ficar na torcida de sua volta e numa nova sacudida na cultura atual.
quarta-feira, maio 07, 2008
Virada Cultural 2008
A determinação espacial na definição cultural é a chave para criar a complexidade de referências e profundidade de sensibilidades.
De sábado, 26, à domingo, 27, aconteceu uma das maiores manifestações culturais simultâneas da paróquia.
Não foram só varios shows montados para vender ingresso e bebidas a preços exorbitantes (sem entrar no mérito de ser um evento organizado pela prefeitura em ano eleitoral).
Foi um mergulho. E diferente de entrar num tonel de água ou tinta, materiais que sabemos o que vai acontecer ao meter a cara, não tinha como prever como seria passar essas horas no centro de São Paulo.
Os shows eram mais previsíveis. E funcionaram com uma precisão invejável.
Mundo Livre S/A e Vanguard foram esquentas. Distantes, nada marcante. Talvez pelo palco, pelo horário ou empolgação.
Disso prum gigante que empolgou e comoveu. Gal gritou, pulou, e deixou o clima super caseiro. Mestre, a seleção musical foi cantada com gosto de quero mais. Costa causou tumulto e teve um dos momentos de maior público de toda a virada. Furtos de celulares à parte, um show que só o cruzamento entre a São João e Ipiranga pôde conceder.
A Balada Silenciosa foi coisa pra paulistano ver. A idéia foi tão interessante que todos foram conferir. Pra quem tava zappeando, só restou a imaginação de quais sons faziam a pista.
A Virada das Vampiras foi outra surpresa de público. Os ingressos acabaram e não deu pra ver o filme das 2h, cuja bilheteria ficou sem os tickets de entrada uma hora antes!
Os quadrinhos criados, desenhados, pintados e artefinalizados "num aquário", ao vivo e à cores foi hipnotizante. Com viagens desnecessáras contra o talento assustador de diferentes roteiristas. Destaque para o A4 de Laerte. Simples, puro. Detonou.
Mutantes já no palco, e a correria para ouvir que eles continuam meio desligados. Não só isso, mas completamente alucinados e poderosos. Se a idéia de velhice não alterou os dedilhados dos Stones em Copacapana, aparentemente também não influenciaram os loucos daqui. Não consegui ver quem era a vocalista da vez, que não foi nem um pouco original e seguiu a cartilha sem surpresas. Mas o restante da trupe, visivelmente alucinados de alegria, estava criativa e transendental. Muito mais que o público, por sinal. Algumas músicas não eram familiares, pelo que percebi, novas. Terminaram com mantra raivoso, tropicalista e quase epilético contra as pessoas da sala de jantar. Merecido. Foram responsáveis pela música-chave da Virada, que encheu muitos olhos: a Balada do Louco. Eles insistem em serem felizes.
Novamente a sala com Vampiras lotou e perdemos as garotas das 4h.
Sambas, pessoas dormindo com mendigos e dividindo cobertores de papelão, pessoas fantasiadas, darks estranhando tanto movimento, policiais cansados e procurando formas de se manterem
acordados. O clima das 5h era frio, mas o público insitia em perambular pelas ruas. Um exército de zumbis involuntários procurava o melhor caminho para a próxima atração. Alguns desses faziam trajetos com o dedo num guia de bolso, outros preferiam ficar horas encarando uns totens gigantes, tentando entender o mapa ou a programação.
Depois de uma pizza individual por 3 reais (que jurava ser R$ 2,50 minutos antes), enfrentamos as Vampiras. A indicação era do Carlão, cujo blógue está aí do lado há anos. E superou as expectativas, de novo. Alucarda é o entontro de Carrie com Exorcista. Por mais que o conforto da cadeira roubasse alguns momentos de cochilo, o drama da garota num convento bizarro e sua amizade com Alucarda, é um deleite visual.
Sua sinópse revela muito: They gave their souls to Hell... but the Devil wanted MORE! Para rever.
Temendo a luz do sol, saímos à procura de mais sons. Na presença de outros seres estranhos, Quasímodo fazia com que alguns perdidos bêbados pulassem empolgados no Baile do Arouche.
Na sequência, no palco principal, uma multidão esperava o Teatro Mágico. Trupe circense. Músicas que todos na platéia, majoritariamente crianças, cantavam com emoção. Um show de imagens, articulações, sons e efeitos. Mas música fica em segundo plano, e as poesias tratam do amor de duas pessoas como arroz e feijão.
Já tonto, procurei uma padaria prum café, que foi encontrada no Copan. Logo Malu Magalhães entrou no palco das meninas, em frente onde saboreava um folhado.
Indiezinha, a aposta do myspace foi simpática. Sem controle nenhum da situação (foi instruida diversas vezes pelo namorado vanguardista durante a apresentação, mudava de tom, ritmo e melodia sem propósito). Renato, que me acompanhou na Virada, estranhou o repertório folk norte-americano, um tanto deslocado com o restante das atrações.
Depois de experimentar o famoso sanduíche de mortadela do Mercadão, sobrou apenas alguns acordes de uns índios que se expressavam na porta do Mercado Municipal. Mas, depois de 20 horas de natação em som e imagens, não entendia mais o que acontecia.
No final eram só pernas doloridas e a cabeça fervendo de idéias.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
no reino da alegria
Carnaval já era encarado como um tempo pra descansar, afinal ir à qualquer praia seria chateação, trânsito, pessoas bebadas pagando mico na tevê, músicas repetitivas à exaustão, axé e funk de quinta no carro ao lado, irritando logo nas primeiras horas do dia. Isso sem considerar os eventuais "pagodinhos". Em suma, quatro dias onde o demônio não influência as músicas, mas todas são infernais.
Isso mudou em 2008. Perdido no estado de São Paulo, existe um pequeno oasis chamado Vale do Paraíba.
E lá, uma cidade onde o Carnaval é inocente e divertido, mas um grupo de pessoas engraçadas e curiosas.
São Luis do Paraitinga já é meu destino de 2009, junto com o máximo de amigos que conseguir carregar.
Marchinhas. Sambas rápidos e empolgantes, em blocos vibrantes e danças desengonçadas. O álcool que não força uma situação, mas que ajuda a descontrair e empolgar. Cores, numa diversidade única e sem medo de ser feliz.
Se estivessem no Orkut, já teria adicionado Juca Teles, Barbosa e tantos outros personagens que viram irmãos em pouco tempo.
Fora essa pérola perdida em São Paulo, vi Jaculândia e seus moradores simpáticos e pulantes.
Finalmente pude verificar que os elogios de Steeeela sobre sua terra e sua gente não eram em vão: existe uma magia no ar, algo na água ou simplesmente um sexto sentido que deixa aquele povo tão marcante.
Algumas imagens foram captadas pelo meu celular e estão no novo recurso do blógue, aí do lado: meu flickr num clique.
quarta-feira, dezembro 19, 2007
esses dias atrás, em alguma sala escura
Planeta Terror
Engraçado pacas.
Lady Chatterley
Filme parado. Não como um fator negativo, afinal só fui perceber que o filme estava "lerdo" em sua última cena. Nada mal: dura 3 horas!
Gosto das câmeras paradas e cenas bem elaboradas. As sutilezas da vida na fazenda, de uma despreocupação com a modernidade e o amor. As sensações de descobrimento, seja de uma paisagem, de um recém-nascido ou de viver momentos intensos. Dá vontade de sair da sala correndo pelado na chuva, e, citando Alice, gritando: todo mundo nu com a mão pra cima!
Donos da Noite
Se as sessões surpresas são as melhores, essa entra na lista. Policial é gênero que não entendia, e que conheco muito pouco. A cena de abertura é fantástica. A ação, a redenção e o falso happy ending são devastadores.
Bee Movie
Um tanto decepcionante. Rever a série de tevê logo depois de sair do cinema foi mais produtivo. Algumas piadas e cenas hilárias, mas o conceito não é original; Antz demais.
Leões e Cordeiros
Um resumo de como quão fudido estão os EUA na guerra do Iraque. O drama do professor orientador-aluno gênio não cola: diálogos forçados, clichês, didáticos ao extremo. A guerra só está pra ilustrar. Fica mesmo a Meryl Streep enfrentando Tom Cruise, o próprio advogado do diabo.
Grupo Corpo
Dois atos. Dança "clássica", de salão, com movimentos elaborados, corpos unidos por uma força estranha e ao mesmo tempo hipnotizante. Em seguida, movimentos experimentais, com sons bizarros, um grupo de pessoas levados pela música.
Pato Fu
Show impecável, que deixou todos da platéia perguntando, "ué, já acabou?". Os mineiros apresentaram musicas antigonas, quase todo o CD novo (que está uma sinfonia em perfeição), divertiram a platéia e se divertiram. Fernanda Takai consegue deixar o ar com um q de intimidade, como numa conversa entre amigos. E apresentam músicas originais, empolgantes e delirantes. Eles resistiram, mas tocaram Spock, levando todos ao delírio.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Björk explodiu no dia do Saci
Tal qual o personagem que pula em um só pé, a pequena islandesa pulou sem parar.
Menina tímida, Björk enfrentou uma multidão com apelos visuais e a companhia de músicos, máscaras, metais e corais. No centro do palco, jorrava suas interpretações e invocou a platéia para uma sessão de exorcismo e loucura coletiva.
Sem limites de cores, de tons e sons, Björk não apresentou um show coeso, comestível ou entendível. Por instantes, era só ritmo. Em seguida, sua voz hipinotizava com um mantra. Em instantes, estava enfeitiçado, num plano alfa, transcendendo prum universo sem lógica.
Dominado pela sensação, Björk faz movimentos, pula pequeno, dança com o braço, flutua a cabeça, explode a mão em fitas mágicas. Uma alucinação auditiva e visual.
Arctic Monkeys foi protocolar. Como Strokes, tocaram as músicas com fidelidade espantosa aos mp3s que os vanglorizaram. Talvez pela ressaca física e mental de ver aquela garota nos drogando com berros, a banda não me apresentou nada de inovador ou tocante.
The Killers foi Pop. Acima das expectativas: se divertiram, brincaram, empolgaram e se esforçaram para entregar músicas empolgantes, acordes pulantes e refrões gritantes. E deu certo! Finalmente o público pulou, riu, se emocioniou. Também, se nem com luzes piscando e vocalista se matando no placo o pessoal não tivesse se manisfestado, nada mais faria!
quarta-feira, junho 20, 2007
duas semanas
Cheguei em casa com meu brinquedinho novo embaixo do braço. O termômetro marcava 5 graus, mas eu não sentia frio. O ar gelado parecia mais puro, gostoso de respirar. No elevador encontrei o cachorro do vizinho, literalmente, que me recebeu com lambidas e empolgação.
Em casa tentei organizar o caos que estava a pia, a mesa e as diversas roupas espalhadas por todos os cantos do apê.
Entrei num hiato temporal.
Voltei a pensar em projetos esquecidos em gavetas, em contatos perdidos na lista do Gmail, em borrões de eMails que tinha começado a escrever (não enviados porque não poderia me empolgar com as possíveis respostas).
Estava livre para pensar no que quisesse, passar as noites com os livros que criavam camadas de pó na cabeçeira da cama, visitar os sites que há tantos me interessavam, ver os youtubes que a conexão de internet do vizinho me permitissem, baixar os mp3s que há tanto estava com os ouvidos coçando pra absorver.
Já se passaram alguns dias desde que começei a escrever esse post, que nem sei se será publicado. Mas se estiver em algum blog perdido por aí, uma coisa é certa: o brinquedinho funciona e há um sorriso no meu rosto.
Em tempo: a imagem que ilustra essa postagem é a capa do The Nightmare Before Christmas OST [SPECIAL EDITION]. Só baixei a segunda parte, inédito por aqui. Trata-se da releitura da trilha de Danny Elfman, nas vozes de Fiona Apple, Marilyn Manson, Fall Out Boy, Panic! At the Disco e She Wants Revenge. O cd (que foi a música de fundo dessa postagem), comemorativo do relançamento do filme, foi tirado daqui: http://rapidshare.com/files/1590796/TheNightmareBeforeChristmasCD2.rar.
terça-feira, maio 22, 2007
preguição
Tô vivo, mas muito sem graça para escrever qualquer coisa original.
Não exite NADA mais picareta que postar letra de música.
Foda-se, vai ser assim.
Na semana que passou me surpeendi com letras tão triviais e banais, como a do meu toque no celular, que escuto todo dia. Mas isso é tema prum outro post sem-vergonha!
IIIIIIIIEEEEEEE
Icky thump
Who'da thunk?
Sittin drunk on a wagon to Mexico?
Ahh well
What a chump
Well my head got a bump
When I hit it on the radio
Redhead senorita
Looking dead
Came and said
"Need a bed?"
En Espanol
I said
"Gimme a drink a water,
I'm gonna 'sing around the collar'
And I don't need a microphone."
Icky Thump
With a lump in my throat
Grabbed my coat
And I was freaking
I was ready to go!
And I swear
Besides the hair
She had: one white eye,
One black (nk) stare
Lookin' up
Lyin' there.
On the stand
Near her hand
Was a candy cane
Black rum, sugar cane
Dry ice (and) something strange
La la la la la la la
La la la la la la la
White Americans, what?
Nothing better to do?
Why don't you kick yourself out
You're an immigrant too?
Who's using who?
What should we do?
Well, you can't be a pimp
And a prostitue too.
Icky thump
Handcuffed to a bunk
Robbed blind
Looked around
And there was nobody else
Left alone
I hit myself with a stone
Went home and learned how
To clean up after myself.
Ei, até que saiu bastante texto lá em cima!
:P
terça-feira, abril 03, 2007
alanis is back!
Sim, é ela!
Com o melhor vídeo do youtube de todos os tempos!
:P
A melhor interpretação de Black Eyed Peas ever!!!
E novamente tudo faz sentido!
:)))
sábado, março 31, 2007
não leia esse post
Pelas navegações da semana, um novo elo surge no meu Musicroll.
É um desses sites que entrei sem saber onde iria parar. E mostou-se uma fonte absurda de links para as mais varidas trilhas, além de listar vários blógues de música. Não clique, nem entre.
Também passei por uma tal viagem, mas suas oferendas não são tão interessantes. Mesmo assim, algumas raridades e curiosidades fizeram com que meu HD ficasse um pouco mais cheio. Vale a passagem.
A busca por música e tevê (leia-se Lost) só por esses links de rapidshares mesmo. Até livro e revista estranho procurar em livrarias. Ontem passei por uma e fiquei perdidão entre os "lançamentos" (publicados desde 2006) e a falta de opção de livros essenciais. Ainda não tenho paciência pra ler longos textos pela tela do computador, mas com o Scribd, bem provável que isso mude. Esse tal de YouTube dos documentos vai mudar tudo.
Em tempo: comprei a geladeira. Ufa! Apesar do parto para conseguir entrar em casa, posso afirmar que em casa tem bebida gelada! Já lista o computador que eu teclo neste instante em breve não estará em casa. So much to do, so little time...